Não se constrói uma casa começando pelo telhado. Muito menos a mobília sem antes levantar paredes, colocar portas e pintar. Então, não devemos criticar o passado tão veementemente, visto que, o que foi realizado, foi o possível naquele momento, estamos falando de regra e não de exceção.
Uma vez eu ouvi que “ninguém acorda pela manhã e sai de casa pensando: hoje eu vou errar, hoje eu tenho que errar, hoje eu vou fazer tudo errado”, o errar é conseqüência de vários fatores, como circunstâncias, conhecimentos científicos, humanos, tecnológicos, intelectuais além de financeiros. Claro que existem os desvios de conduta que agridem a ética, a moral e os bons costumes, mas isso é outro assunto, estamos aqui tentando entender a maioria.
Fui militante político. E o vivenciando, percebi que o grande pedagogo Paulo Freire tem razão: "Quando a educação não é libertadora... o sonho do oprimido é ser opressor".
A crise que vivemos hoje, não é fruto da política dos militares, de Sarney, Lula, Collor, FHC ou Dilma, muito menos de governadores, prefeitos, deputados ou senadores, é apenas uma evolução natural da sociedade, do povo. Sei que serei criticado, mas temos que passar por esse tipo de crise para podermos evoluir como povo.
Tive o privilégio de ter estudado com grandes mestres, uns muito bons outros nem tanto, mas cada um me ensinou a ver o mundo de uma forma diferente e contribuir com meu senso crítico. Muitas vezes os piores me fizeram melhor do que os bons, que só me serviram de exemplo muita das vezes. Só? Não. Muito obrigado a todos eles.
A falta de conhecimento traz consigo a ignorância. No sentido de criticar ou ter ponto de vista sem conhecimento de causa, sem saber das verdadeiras razões. Muita das vezes agredindo de forma verbal, mas violenta sem lembrar, das palavras de Jesus Cristo em Mateus, 22:37-40 “Amarás o teu próximo como a ti mesmo."
Observando o comportamento humano, aprendi que quem muito grita, o faz para despistar os outros dos seus erros. É uma espécie de autodefesa para sobrevivência da imagem pública. Camufla seu rastro com os gritos e apontando sem qualquer cerimônia os erros e falhas dos outros. Aponte a solução! Você pode pedir, mas.... Para quê? Não vale a pena para ela, pois deixará de ser pedra e passará a ser vidraça.
Não compensa, não compensa, pois o mundo precisa de pessoas que arriscam e erram, mas que tem coragem de assumir erros. Falo para meus alunos: o mercado precisa de pessoas que tomam decisão e assumem e não de pessoas comuns, que dormem e acordam dia após dia sem ter feito nada, ou melhor, só criticam. Eu chamo de ENGENHEIRO DE OBRAS PRONTAS – aqueles que são incapazes de fazer algo, mas adoram criticar.
Para encerrar, gostaria que antes de criticar o texto, analise. Perceba que o intuito não é encontrar culpados e sim buscar soluções. Respeitar as idéias e pontos-de-vista contrários para buscar novos caminhos. Ninguém consegue um novo resultado fazendo o que já se fez. Arrisque, sente com pessoas capazes de falar que você esta errado, que não é assim. Quem sempre concorda com você talvez não mereça credibilidade.
Fui militante político. E o vivenciando, percebi que o grande pedagogo Paulo Freire tem razão: "Quando a educação não é libertadora... o sonho do oprimido é ser opressor".
A crise que vivemos hoje, não é fruto da política dos militares, de Sarney, Lula, Collor, FHC ou Dilma, muito menos de governadores, prefeitos, deputados ou senadores, é apenas uma evolução natural da sociedade, do povo. Sei que serei criticado, mas temos que passar por esse tipo de crise para podermos evoluir como povo.
Tive o privilégio de ter estudado com grandes mestres, uns muito bons outros nem tanto, mas cada um me ensinou a ver o mundo de uma forma diferente e contribuir com meu senso crítico. Muitas vezes os piores me fizeram melhor do que os bons, que só me serviram de exemplo muita das vezes. Só? Não. Muito obrigado a todos eles.
A falta de conhecimento traz consigo a ignorância. No sentido de criticar ou ter ponto de vista sem conhecimento de causa, sem saber das verdadeiras razões. Muita das vezes agredindo de forma verbal, mas violenta sem lembrar, das palavras de Jesus Cristo em Mateus, 22:37-40 “Amarás o teu próximo como a ti mesmo."
Observando o comportamento humano, aprendi que quem muito grita, o faz para despistar os outros dos seus erros. É uma espécie de autodefesa para sobrevivência da imagem pública. Camufla seu rastro com os gritos e apontando sem qualquer cerimônia os erros e falhas dos outros. Aponte a solução! Você pode pedir, mas.... Para quê? Não vale a pena para ela, pois deixará de ser pedra e passará a ser vidraça.
Não compensa, não compensa, pois o mundo precisa de pessoas que arriscam e erram, mas que tem coragem de assumir erros. Falo para meus alunos: o mercado precisa de pessoas que tomam decisão e assumem e não de pessoas comuns, que dormem e acordam dia após dia sem ter feito nada, ou melhor, só criticam. Eu chamo de ENGENHEIRO DE OBRAS PRONTAS – aqueles que são incapazes de fazer algo, mas adoram criticar.
Para encerrar, gostaria que antes de criticar o texto, analise. Perceba que o intuito não é encontrar culpados e sim buscar soluções. Respeitar as idéias e pontos-de-vista contrários para buscar novos caminhos. Ninguém consegue um novo resultado fazendo o que já se fez. Arrisque, sente com pessoas capazes de falar que você esta errado, que não é assim. Quem sempre concorda com você talvez não mereça credibilidade.
MF – 11/02/2016
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