Criado em Abril/2010, com objetivo de divulgar as belezas naturais, a defesa do meio ambiente e o turismo de Formosa, Goiás, além de trabalhar questões políticas atuais e marketing de campanha.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Desenvolvimento Sustentável
O conceito de sustentabilidade é a utilização dos recursos pela atual geração sem privar as próximas do mesmo uso. Para se considerar sustentável, as ações devem conter 3 pilares segundo Sachs. Ser Socialmente justo, ecologicamente correto e economicamente viável. Eu proponho que seja acrescentado que: para algo ser considerado sustentável deve observar as 3 premissas básicas e ter a obrigação de ser renovável, pois tudo possui um ciclo de vida e essa vida não pode jamais cessar.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
PROJETO “DÊ A MÃO PARA A MÃE SOCIAL” COLOCANDO UM SORRISO DIGNO NO ROSTO DA MÃE SOCIAL
O Brasil é o país mais solidário do mundo mesmo com todas as limitações financeiras do seu povo. Basta saber exatamente a quem ajudar, a quem doar que logo surge um brasileiro, mesmo pobre e com condições limitadas, pronto para ajudar, doar e contribuir.
Projetos sociais existem muitos, nacionais e internacionais, de entidades públicas, privadas e do terceiro setor, portanto, o que buscamos neste trabalho é levar toda a sociedade, os alunos de graduação da Faculdade Cambury Formosa, a conhecer as necessidades das crianças abandonadas que vivem em abrigos públicos e que dependem de tudo da caridade de pessoas nem sempre bem intencionadas.
Por outro lado, acredita-se que existe uma demanda de pessoas aptas e com desejo de ajudar, de estender a mão a essas crianças necessitadas, e que basta apenas um “aval” de uma instituição respeitada e com credibilidade para garantir a integralização das ações.
Pelo marco legal, a Constituição Federal estabelece que a “família é a base da sociedade” (Art. 226) e que, portanto, compete a ela, juntamente com o Estado, a sociedade em geral e as comunidades, “assegurar à criança e ao adolescente o exercício de seus direitos fundamentais” (Art. 227).
Muito bonito o discurso e a legislação brasileira, mas na prática, tirando algumas poucas iniciativas que destoam da maioria, ou seja, exceções, o que se vê são depósitos de humanos que geram nada mais nada menos que lixo humano.
[...] é preciso acatar as causas da transformação do direito de família, visto que são irreversíveis, procurando atenuar seus excessos, apontando soluções viáveis para que a prole possa ter pleno desenvolvimento educacional e para que os consortes ou conviventes tenham uma relação firme, que integre respeito, tolerância, diálogo, troca enriquecedora de experiência de vida etc.
Kant, 2004.
Mas se a família é a célula mater da sociedade, não devemos abandona-la em momento difícil em que a globalização trás uma mudança cultural, ética e moral para as pessoas que vivem nesse mundo consumista, baseado em um capitalismo “selvagem” que ignora os conceitos básicos sociais como: dignidade, respeito e ética.
[...] temos por dignidade da pessoa humana a qualidade intrínseca e distintiva de cada ser humano que o faz merecedor do mesmo respeito e consideração por parte do Estado e da comunidade, implicando, neste sentido, um complexo de direitos e deveres fundamentais que asseguram a pessoa tanto contra todo e qualquer ato de cunho degradante e desumano, como venham a lhe garantir as condições existenciais mínimas para uma vida saudável, além de propiciar e promover sua participação ativa e co-responsável nos destinos da própria existência e da vida em comunhão com os demais seres humanos.
Kant, 2004.
O Projeto “DÊ A MÃO PARA A MÃE SOCIAL”, colocando um sorriso digno no rosto da mãe social surgiu como forma de desenvolver as capacidades empreendedora e humana dos alunos, proporcionando a eles o contato direto com situações adversas e problemáticas, cenário perfeito para criar soluções inovadoras por meio de ideias simples e objetivas.
Segundo os antecedentes do “Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária”, a legislação brasileira vigente reconhece e preconiza a família, enquanto estrutura vital, lugar essencial à humanização e à socialização da criança e do adolescente, espaço ideal e privilegiado para o desenvolvimento integral dos indivíduos.
"O homem há milênios, permaneceu o que era para Aristóteles: um animal vivo, e mais capaz de existência política, o homem moderno é um animal cuja política coloca sua vida para estar vivo está em questão.”
Michel Foucault
Estamos abertos a toda e qualquer colaboração, vamos lá principalmente levar nosso carinho e atenção.
Projetos sociais existem muitos, nacionais e internacionais, de entidades públicas, privadas e do terceiro setor, portanto, o que buscamos neste trabalho é levar toda a sociedade, os alunos de graduação da Faculdade Cambury Formosa, a conhecer as necessidades das crianças abandonadas que vivem em abrigos públicos e que dependem de tudo da caridade de pessoas nem sempre bem intencionadas.
Por outro lado, acredita-se que existe uma demanda de pessoas aptas e com desejo de ajudar, de estender a mão a essas crianças necessitadas, e que basta apenas um “aval” de uma instituição respeitada e com credibilidade para garantir a integralização das ações.
Pelo marco legal, a Constituição Federal estabelece que a “família é a base da sociedade” (Art. 226) e que, portanto, compete a ela, juntamente com o Estado, a sociedade em geral e as comunidades, “assegurar à criança e ao adolescente o exercício de seus direitos fundamentais” (Art. 227).
Muito bonito o discurso e a legislação brasileira, mas na prática, tirando algumas poucas iniciativas que destoam da maioria, ou seja, exceções, o que se vê são depósitos de humanos que geram nada mais nada menos que lixo humano.
[...] é preciso acatar as causas da transformação do direito de família, visto que são irreversíveis, procurando atenuar seus excessos, apontando soluções viáveis para que a prole possa ter pleno desenvolvimento educacional e para que os consortes ou conviventes tenham uma relação firme, que integre respeito, tolerância, diálogo, troca enriquecedora de experiência de vida etc.
Kant, 2004.
Mas se a família é a célula mater da sociedade, não devemos abandona-la em momento difícil em que a globalização trás uma mudança cultural, ética e moral para as pessoas que vivem nesse mundo consumista, baseado em um capitalismo “selvagem” que ignora os conceitos básicos sociais como: dignidade, respeito e ética.
[...] temos por dignidade da pessoa humana a qualidade intrínseca e distintiva de cada ser humano que o faz merecedor do mesmo respeito e consideração por parte do Estado e da comunidade, implicando, neste sentido, um complexo de direitos e deveres fundamentais que asseguram a pessoa tanto contra todo e qualquer ato de cunho degradante e desumano, como venham a lhe garantir as condições existenciais mínimas para uma vida saudável, além de propiciar e promover sua participação ativa e co-responsável nos destinos da própria existência e da vida em comunhão com os demais seres humanos.
Kant, 2004.
O Projeto “DÊ A MÃO PARA A MÃE SOCIAL”, colocando um sorriso digno no rosto da mãe social surgiu como forma de desenvolver as capacidades empreendedora e humana dos alunos, proporcionando a eles o contato direto com situações adversas e problemáticas, cenário perfeito para criar soluções inovadoras por meio de ideias simples e objetivas.
Segundo os antecedentes do “Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária”, a legislação brasileira vigente reconhece e preconiza a família, enquanto estrutura vital, lugar essencial à humanização e à socialização da criança e do adolescente, espaço ideal e privilegiado para o desenvolvimento integral dos indivíduos.
"O homem há milênios, permaneceu o que era para Aristóteles: um animal vivo, e mais capaz de existência política, o homem moderno é um animal cuja política coloca sua vida para estar vivo está em questão.”
Michel Foucault
Estamos abertos a toda e qualquer colaboração, vamos lá principalmente levar nosso carinho e atenção.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
UM PASSEIO DE DOMINGO COM A FAMÍLIA
Um dos principais e mais famosos ponto turístico de Formosa - GO sem a menor dúvida é o Salto do Itiquira. Formado por várias cachoeiras e todo um complexo turístico de apoio composto por área de camping, chalés, piscinas, sauna, toboágua, restaurantes, lanchonete, brinquedos para crianças, quiosques para churrasco, etc.
O Salto do Itiquira, ou parque municipal do Itiquira, fica localizado em Formosa – GO, na GO-116, distante 32km do centro da cidade e 115 km de Brasília, passando no 7km pelo belo e aconchegante Restaurante Dom Fernando, capítulo a parte desse nosso passeio de belezas naturais.
O Salto do Itiquira possui a maior cachoeira em queda livre acessível do País com 168mts de altura, isso só já proporciona um charme muito grande ao nosso passeio natural.
O passeio pelo parque é de fácil acesso, propiciando acessibilidade para todas as idades, em uma trilha de cerca de 15 minutos de caminhada, toda calçada, que passa dentro da floresta do parque e admirando a beleza das flores naturais e do canto dos pássaros. Isso é um passeio em família, mas, podemos ser mais radicais e buscar aventura. Para turistas aventureiros e radicais, o parque dispõe de trilhas pela mata que leva ao topo da cachoeira. Imagine só a paisagem que se tem lá de cima? Se de baixo já se fica sem palavras e adjetivos.
Então o que você está esperando para no próximo domingo acordar cedo, colocar a família no carro e ir conhecer essa maravilha?
Passou o dia todo no Itiquira é hora de almoçar. Estávamos em um ambiente natural de contato com a natureza preservada, pássaros, flores e floresta então que tal um almoço típico da fazenda? Comida caseira goiana e mineira da melhor qualidade você vai encontrar no Restaurante Dom Fernando.
Um cardápio altamente variado e buffet com grelhados, salgados, saladas com produtos da própria fazenda, Feijoada completa, arroz de pequi, carne de cordeiro, rabada e deliciosas sobremesas.
Não se pode pensar em turismo de Formosa sem falarmos em Cachoeira do Itiquira e culinária local. Esse passeio simples e barato estar disponível todos os fins-de-semana e feriados para você sua família.
O Salto do Itiquira, ou parque municipal do Itiquira, fica localizado em Formosa – GO, na GO-116, distante 32km do centro da cidade e 115 km de Brasília, passando no 7km pelo belo e aconchegante Restaurante Dom Fernando, capítulo a parte desse nosso passeio de belezas naturais.
O Salto do Itiquira possui a maior cachoeira em queda livre acessível do País com 168mts de altura, isso só já proporciona um charme muito grande ao nosso passeio natural.
O passeio pelo parque é de fácil acesso, propiciando acessibilidade para todas as idades, em uma trilha de cerca de 15 minutos de caminhada, toda calçada, que passa dentro da floresta do parque e admirando a beleza das flores naturais e do canto dos pássaros. Isso é um passeio em família, mas, podemos ser mais radicais e buscar aventura. Para turistas aventureiros e radicais, o parque dispõe de trilhas pela mata que leva ao topo da cachoeira. Imagine só a paisagem que se tem lá de cima? Se de baixo já se fica sem palavras e adjetivos.
Então o que você está esperando para no próximo domingo acordar cedo, colocar a família no carro e ir conhecer essa maravilha?
Passou o dia todo no Itiquira é hora de almoçar. Estávamos em um ambiente natural de contato com a natureza preservada, pássaros, flores e floresta então que tal um almoço típico da fazenda? Comida caseira goiana e mineira da melhor qualidade você vai encontrar no Restaurante Dom Fernando.
Um cardápio altamente variado e buffet com grelhados, salgados, saladas com produtos da própria fazenda, Feijoada completa, arroz de pequi, carne de cordeiro, rabada e deliciosas sobremesas.
Não se pode pensar em turismo de Formosa sem falarmos em Cachoeira do Itiquira e culinária local. Esse passeio simples e barato estar disponível todos os fins-de-semana e feriados para você sua família.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
II FESTIVAL GASTRONÔMICO DE FORMOSA
O II FESTIVAL GASTRONÔMICO DE FORMOSA
será realizado de 22 de novembro a 12 de dezembro.
O Festival terá a participação de 16 restaurantes de Formosa com o apoio da Cerveja Kaiser, Panela de Ferro Gastronomia, Pizza in Casa, Prefeitura Municipal de Formosa, da Secretaria de Turismo de Formosa, COMTUR Formosa, Revista Viu, Revista Alcance, Jornal Folha Regional, Jornal Tribuna News, Rádio 92 FM.
II FESTIVAL GASTRONOMICO DE FORMOSA-GO
Aconteceu em 2007 o 1 Festival Gastronômico de Formosa - GO, organizado pelos alunos de turismo da Faculdade Cambury e contou com a participação de 4 estabelecimentos. Restaurante Panela de Ferro, Restaurante Dom Fernando, IL Basílico e Restaurante e Churrascaria La Palma.
Resgatado pelo Professor Mauricio Figueiredo na disciplina de Administração de Eventos do curso de Hotelaria da Faculdade Cambury Formosa, acontecerá de 22 de novembro a 12 de dezembro de 2010, O II Festival Gastronômico de Formosa-GO nos restaurantes cadastrados para o festival, a meta era atingir 16 estabelecimentos que representa um crescimento de 300% O empresariado local abraçou a iniciativa e alcançamos a meta.
Estabelecimentos participantes:
- Panela de Ferro - Bacalhau a Gomes de Sá;
- Dom Fernando - Buffet completo;
- La Palma - Churrasco rodizio;
- Pizza in casa - Calzone de Frango Caipira;
- Vandu's - Kibe a moda da casa;
- Nona Cora - Porqueta a Nona Cora;
- Napoletana - Pizza nordestina e a moda da casa;
- Magônia - Mar e Monte;
- Estância do Itiquira - Peixe na Telha;
- Citates - Paeja;
- Vó Chiquita - Traira a curraleira;
- Saint Peter - Peixe na telha surpresa;
- Restaurante Hotel Araras - Buffet completo;
- Bar do Flavão - Cupim na brasa com mandioca;
- Bar do Dé - Rabada;
- Pimenta Bar - Surubim ao molho;
No ultimo dia do festival será realizada uma festa de encerramento com show musical para os estabelecimentos e a comunidade em geral onde serão entregues a premiação (1 troféu e 2 bolsas de estudos do curso de hotelaria da faculdade Cambury a cada estabelecimento participante) e para os vencedores. A festa será na Praça da Prefeitura de Formosa, dia 12 de dezembro a partir das 16:00 horas.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
TURISMO - FORMOSA-GO
A cidade de Formosa, no Estado do Goiás está localizada na rota turística de Brasília, Goiânia e Salvador, onde existem várias atrações para o ecoturismo. As belezas naturais que cercam a bucólica cidade transformam-na em atração.
Os viajantes encontram belas cachoeiras, excelentes lugares para banhos, grutas e cavernas além de sítios arqueológicos interessantes. As belezas de Formosa vão desde a “Lagoa Feia” - que na verdade é muito bonita -, até os encantos e a tranqüilidade do lugar.
Com suas características de cidade interiorana, ela oferece muitos atrativos, além da limpeza e segurança. Os serviços de Hotéis, Pousadas, Bares, Restaurantes entre outros são muito bons.
O povo é hospitaleiro, solícito e atencioso. Os pontos turísticos mais interessantes são: O “Salto do Itiquira”, a “Cachoeira do Indaiá”, o “Laguinho do Vovô”, a “Lagoa Feia” e o “Buraco das Araras”.
A localização da cidade oferece uma vista deslumbrante aos visitantes. Como dizem os “Formosenses”, Formosa é um bom lugar para visitar, passear e desfrutar das delícias da culinária goiana, que tem uma variedade impressionante.
A Casa da Cultura “Fuá”, por exemplo, é uma casa singular e rústica, que oferece aos visitantes, “tapiocas” deliciosas, com vários sabores e recheios, acompanhados de caldo de mandioca. Conheça o “Hotel Fazenda “Araras” e desfrute da natureza.
Materia original publicada no Jornal Pequeno - JP Turismo, por: José Figueiredo em: 01/10/2010 14:15:26
Os viajantes encontram belas cachoeiras, excelentes lugares para banhos, grutas e cavernas além de sítios arqueológicos interessantes. As belezas de Formosa vão desde a “Lagoa Feia” - que na verdade é muito bonita -, até os encantos e a tranqüilidade do lugar.
Com suas características de cidade interiorana, ela oferece muitos atrativos, além da limpeza e segurança. Os serviços de Hotéis, Pousadas, Bares, Restaurantes entre outros são muito bons.
O povo é hospitaleiro, solícito e atencioso. Os pontos turísticos mais interessantes são: O “Salto do Itiquira”, a “Cachoeira do Indaiá”, o “Laguinho do Vovô”, a “Lagoa Feia” e o “Buraco das Araras”.
A localização da cidade oferece uma vista deslumbrante aos visitantes. Como dizem os “Formosenses”, Formosa é um bom lugar para visitar, passear e desfrutar das delícias da culinária goiana, que tem uma variedade impressionante.
A Casa da Cultura “Fuá”, por exemplo, é uma casa singular e rústica, que oferece aos visitantes, “tapiocas” deliciosas, com vários sabores e recheios, acompanhados de caldo de mandioca. Conheça o “Hotel Fazenda “Araras” e desfrute da natureza.
Materia original publicada no Jornal Pequeno - JP Turismo, por: José Figueiredo em: 01/10/2010 14:15:26
domingo, 7 de novembro de 2010
A IDEIA DO DECRESCIMENTO
Todo desbravador é louco. Depois, todo gênio é louco. Por fim, todo desbravador-gênio é Gênio. Por isso, sempre acreditei que as ideias mais loucas são as dos professores. Em especial as dos professores universitários e mais especificamente os das universidades públicas. São eles, os nossos cientistas ou pesquisadores, que trabalham incessantemente na busca de uma eficácia cada vez maior para humanidade, quebrando paradigmas.
Os assuntos hoje discutidos pela sociedade, já são assuntos “batidos” nos meios acadêmicos. Ou seja, os assuntos que discutimos hoje nas universidades, serão os assuntos da pauta de 2020 a 2030, 10 ou 20 anos, mas esperamos que esses prazos sejam reduzidos cada vez mais para que a sociedade em geral possa participar de debates tão importantes para a humanidade e nosso planeta.
Desenvolvimento, distribuição de renda, crescimento econômico, etc., são assuntos atuais, mas que pela “profecia” de Mauthus, terá fim. E, um novo modelo de desenvolvimento ou de “des-desenvolvimento”, surgirá obrigatoriamente.
Segundo Laura Duarte (2002), os mitos criados pela sociedade de que a natureza é infinita. De Drummond (1987), que os recursos naturais são encarados como recursos de propriedade comum. Fazem com que a população do planeta busque a exploração sem qualquer tipo de responsabilidade.
Desenvolvimento Sustentável (DS) se define oficialmente a partir do relatório de Brundtland (1987), que é “aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem às suas necessidades”.
A associação da palavra sustentável ao conceito de desenvolvimento, como um novo caminho a ser observado e trilhado a partir daquele momento (ECO 92), faz com que os olhos e ouvidos do mundo possam olhar e ouvir os “gritos” e sinais silenciosos da natureza, do planeta, para se debater um novo tipo de desenvolvimento. Um desenvolvimento que seja capaz de atender o tripé de DS, proposto por Sachs (2007): viável econômica, social e ecologicamente.
Quase 10 anos antes a tudo isso, Nicholas Georgesco-Roegen (1978), trata de um assunto que ainda hoje, 32 anos depois, está na contramão da história. Porem vem ganhando corpo e adeptos principalmente nos meios acadêmicos: O decrescimento.
Nascimento (2010) citando Georgesco-Roegen que diz que “o processo produtivo é a transformação de energia de baixa entropia para alta entropia, ou em outros termos, a transformação de energia disponível em energia não disponível”. Já segundo comentário em aula de Carvalho (2010) que “a classe política se mantém distante desse assunto, pois é impopular. Defender o decrescimento é ir contra os anseios da população”, ou seja, nenhum político se elege hoje defendendo decrescimento.
Observa-se que o assunto decrescimento ainda hoje, nesse início de século XXI, é visto como tabu. Tabu esse a ser quebrado antes que seja tarde demais. E já é tarde a cada dia que passa. Mas a consciência da população sobre o assunto vem crescendo paralelamente devido o processo de educação, as vezes nem tão formal, mas em função da globalização, da internet que passa a ser uma ferramenta de comunicação sem fronteiras.
Em decrescimento Feliz, Maurizio Pallante (2010), roga o decrescimento do PIB em prol do crescimento da qualidade de vida. A substituição da mercadoria pelos bens. O conceito de bens e mercadorias não são equivalentes. Ou seja, bens são aqueles produtos utilizados que não são adquiridos através da compra e mercadoria é comprada em mercados ou comércio em geral.
“O decrescimento é a celebração do ócio, da lentidão, da durabilidade, do respeito ao passado; a consciência de que não existe progresso sem preservação” (Pallante, 2010).
O papel da sociedade evoluída é mostrar que o desenvolvimento não deve ser a qualquer custo, e sim, equilibrado e que outros valores sociais, culturais, espirituais, ambientais, etc., devem fazer parte das decisões da humanidade.
Os assuntos hoje discutidos pela sociedade, já são assuntos “batidos” nos meios acadêmicos. Ou seja, os assuntos que discutimos hoje nas universidades, serão os assuntos da pauta de 2020 a 2030, 10 ou 20 anos, mas esperamos que esses prazos sejam reduzidos cada vez mais para que a sociedade em geral possa participar de debates tão importantes para a humanidade e nosso planeta.
Desenvolvimento, distribuição de renda, crescimento econômico, etc., são assuntos atuais, mas que pela “profecia” de Mauthus, terá fim. E, um novo modelo de desenvolvimento ou de “des-desenvolvimento”, surgirá obrigatoriamente.
Segundo Laura Duarte (2002), os mitos criados pela sociedade de que a natureza é infinita. De Drummond (1987), que os recursos naturais são encarados como recursos de propriedade comum. Fazem com que a população do planeta busque a exploração sem qualquer tipo de responsabilidade.
Desenvolvimento Sustentável (DS) se define oficialmente a partir do relatório de Brundtland (1987), que é “aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem às suas necessidades”.
A associação da palavra sustentável ao conceito de desenvolvimento, como um novo caminho a ser observado e trilhado a partir daquele momento (ECO 92), faz com que os olhos e ouvidos do mundo possam olhar e ouvir os “gritos” e sinais silenciosos da natureza, do planeta, para se debater um novo tipo de desenvolvimento. Um desenvolvimento que seja capaz de atender o tripé de DS, proposto por Sachs (2007): viável econômica, social e ecologicamente.
Quase 10 anos antes a tudo isso, Nicholas Georgesco-Roegen (1978), trata de um assunto que ainda hoje, 32 anos depois, está na contramão da história. Porem vem ganhando corpo e adeptos principalmente nos meios acadêmicos: O decrescimento.
Nascimento (2010) citando Georgesco-Roegen que diz que “o processo produtivo é a transformação de energia de baixa entropia para alta entropia, ou em outros termos, a transformação de energia disponível em energia não disponível”. Já segundo comentário em aula de Carvalho (2010) que “a classe política se mantém distante desse assunto, pois é impopular. Defender o decrescimento é ir contra os anseios da população”, ou seja, nenhum político se elege hoje defendendo decrescimento.
Observa-se que o assunto decrescimento ainda hoje, nesse início de século XXI, é visto como tabu. Tabu esse a ser quebrado antes que seja tarde demais. E já é tarde a cada dia que passa. Mas a consciência da população sobre o assunto vem crescendo paralelamente devido o processo de educação, as vezes nem tão formal, mas em função da globalização, da internet que passa a ser uma ferramenta de comunicação sem fronteiras.
Em decrescimento Feliz, Maurizio Pallante (2010), roga o decrescimento do PIB em prol do crescimento da qualidade de vida. A substituição da mercadoria pelos bens. O conceito de bens e mercadorias não são equivalentes. Ou seja, bens são aqueles produtos utilizados que não são adquiridos através da compra e mercadoria é comprada em mercados ou comércio em geral.
“O decrescimento é a celebração do ócio, da lentidão, da durabilidade, do respeito ao passado; a consciência de que não existe progresso sem preservação” (Pallante, 2010).
O papel da sociedade evoluída é mostrar que o desenvolvimento não deve ser a qualquer custo, e sim, equilibrado e que outros valores sociais, culturais, espirituais, ambientais, etc., devem fazer parte das decisões da humanidade.
VAMOS DISCUTIR A DEMOCRACIA
A Democracia é um sistema de governo baseado na vontade do povo. Na verdade, da maioria desse povo e não de um consenso. Porém o que se vê é o interesse individual se sobressaindo a vontade do povo. Ou seja, uma minoria privilegiada.
A palavra Democracia vem do grego “demo” que significa povo e “cracia” que significa governo. Nas democracias, é o povo quem detém o poder soberano sobre o poder legislativo e o executivo. Para falarmos e entendermos melhor o que vem a ser democracia será necessário conhecer outras formas de poder, de regimes, de filosofias de governos, como: Monarquia, Parlamentarismo, Presidencialismo, Socialismo, Comunismo, Capitalismo e Anarquismo.
Monarquia vem da palavra monarca, do grego monar-khía, mona, um, singular, e khia, líder, chefe, posteriormente do latim monarchìa, referindo-se a um soberano único, nominalmente absoluto, exercido pelo monarca, rei ou rainha.
Parlamentarismo é um sistema de governo no qual o poder Executivo depende do apoio direto ou indireto do governante ou seja o poder não é absoluto do rei ao contrario do absolutismo.
Presidencialismo é um sistema de governo no qual o presidente da república é chefe de governo e chefe de Estado.
Socialismo é um modo de organização social no qual existe uma distribuição equilibrada de riquezas e propriedades, com a finalidade de proporcionar a todos um modo de vida mais justo.
Comunismo é uma estrutura sócio-econômica e uma ideologia política que pretende promover o estabelecimento de uma sociedade igualitária, sem classes e apátrida, baseada na propriedade comum e no controle dos meios de produção e da propriedade em geral.
Capitalismo é um sistema econômico caracterizado pela propriedade privada dos meios de produção, e pela existência de mercados livres, de trabalho assalariado. A palavra capital vem do latim capitalis.
Anarquismo do grego anarkhos, que significa "sem governantes". São contra qualquer tipo de ordem hierárquica que não seja livremente aceita e, assim, preconizam os tipos de organizações libertárias. Anarquia significa ausência de coerção e não a ausência de ordem.
O que se discute é a denominação do nosso atual governo, o que predomina no mundo, chamado Democracia, visto que pelo entendimento, nós não vivemos uma verdadeira democracia, porque não é verdadeiramente o povo que manda, que governa e sim uma minoria escolhida por uma maioria o que não significa que aquele pseudo representante do povo, represente em todas as suas vontades e anseios.
Se Plurimus em latim quer dizer diversos, muitos, porque não chamarmos de PLURICRACIA e não de Democracia? O que não mudaria muito caso viesse do grego a tradução ou idéia para essa nova palavra, pois majority ou plurality seriam quem originariam a palavra já sugerida como PLURICRACIA, ou seja, regime governamental exercido por um representante da maioria da população que nem sempre será seu fiel representante, pois a partir da sua escolha ele terá poder para livre escolhas sobre qualquer matéria que esse julgar ser a melhor para seus representados.
A palavra Democracia vem do grego “demo” que significa povo e “cracia” que significa governo. Nas democracias, é o povo quem detém o poder soberano sobre o poder legislativo e o executivo. Para falarmos e entendermos melhor o que vem a ser democracia será necessário conhecer outras formas de poder, de regimes, de filosofias de governos, como: Monarquia, Parlamentarismo, Presidencialismo, Socialismo, Comunismo, Capitalismo e Anarquismo.
Monarquia vem da palavra monarca, do grego monar-khía, mona, um, singular, e khia, líder, chefe, posteriormente do latim monarchìa, referindo-se a um soberano único, nominalmente absoluto, exercido pelo monarca, rei ou rainha.
Parlamentarismo é um sistema de governo no qual o poder Executivo depende do apoio direto ou indireto do governante ou seja o poder não é absoluto do rei ao contrario do absolutismo.
Presidencialismo é um sistema de governo no qual o presidente da república é chefe de governo e chefe de Estado.
Socialismo é um modo de organização social no qual existe uma distribuição equilibrada de riquezas e propriedades, com a finalidade de proporcionar a todos um modo de vida mais justo.
Comunismo é uma estrutura sócio-econômica e uma ideologia política que pretende promover o estabelecimento de uma sociedade igualitária, sem classes e apátrida, baseada na propriedade comum e no controle dos meios de produção e da propriedade em geral.
Capitalismo é um sistema econômico caracterizado pela propriedade privada dos meios de produção, e pela existência de mercados livres, de trabalho assalariado. A palavra capital vem do latim capitalis.
Anarquismo do grego anarkhos, que significa "sem governantes". São contra qualquer tipo de ordem hierárquica que não seja livremente aceita e, assim, preconizam os tipos de organizações libertárias. Anarquia significa ausência de coerção e não a ausência de ordem.
O que se discute é a denominação do nosso atual governo, o que predomina no mundo, chamado Democracia, visto que pelo entendimento, nós não vivemos uma verdadeira democracia, porque não é verdadeiramente o povo que manda, que governa e sim uma minoria escolhida por uma maioria o que não significa que aquele pseudo representante do povo, represente em todas as suas vontades e anseios.
Se Plurimus em latim quer dizer diversos, muitos, porque não chamarmos de PLURICRACIA e não de Democracia? O que não mudaria muito caso viesse do grego a tradução ou idéia para essa nova palavra, pois majority ou plurality seriam quem originariam a palavra já sugerida como PLURICRACIA, ou seja, regime governamental exercido por um representante da maioria da população que nem sempre será seu fiel representante, pois a partir da sua escolha ele terá poder para livre escolhas sobre qualquer matéria que esse julgar ser a melhor para seus representados.
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