quarta-feira, 28 de setembro de 2016

COMO ASSIM?

Como assim? Boa pergunta. 
Tudo como antes no quartel de Abrantes!
E assim caminha a humanidade....
Vamos que vamos....

Quanto mais eu rezo, mais assombração aparece. 

Eu podia passar o resto da minha vida aqui falando ditados e jargões populares que representam aquilo que o empirismo fala, mas prefiro apenas me resguardar o direito de ficar calado.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

CADA PROFISSIONAL NA SUA ÁREA

Imagine seu filho no meio da madrugada, passando mal, delirando por causa de uma febre de 40 graus, que não para, e sua mulher diz: liga logo pro Dr. Joaquim passar o remédio. Mas você sabe que o Dr. Joaquim é engenheiro! Isso é o que menos importa. Podia ser um médico, um enfermeiro, um advogado, um contador ou qualquer outro profissional, se ele não for chamado para resolver os problemas que ele estudou para resolver, não irá dar certo. No mundo moderno e globalizado em que vivemos na era da informação, não há mais espaço para amadorismo. Só as empresas profissionalizadas alcançarão sucesso.
Não adianta mais tentar tapar o Sol com a peneira. Cada profissional deve ser valorizado e colocado para tomar a decisão certa para resolver os problemas que ele estudou para resolver. Porém, existem duas coisas que todo brasileiro é um pouco além de louco: técnico da seleção e administrador. Será? Vamos tentar exercitar a capacidade de respeitar o conhecimento do outro, reconhecendo o conhecimento técnico e específico. Sabendo que cada profissional alcançará sempre melhores resultados do que um amador.
Isso é um problema de empresas públicas e privadas, pois onde existem pessoas, existem egos, existem desejos de mostrar mais do que se é, ou do que se sabe. No período eleitoral, sabe-se que mais de 80% dos candidatos a cargos eletivos são médicos e advogados, um por sua popularidade em fazer o bem para população e o outro pela sua boa oratória e auxilio a população na defesa dos seus direitos. Mas onde fica o conhecimento de gestão? Claro que existem bons gestores formados em outras áreas que não seja a Administração, mas não é regra, é exceção.
Chegamos a um momento em que o futuro clama por profissionalismo e temos que atender essa necessidade, pois o mundo não aceita mais amadorismo. Hoje temos que aprender com o erro dos outros, pois um erro nosso pode ser fatal.
  
Mauricio Marques de Figueiredo

Administrador – CRA/DF, Professor e Consultor

sexta-feira, 8 de maio de 2015

I FORUM DE EDUCAÇÃO DE FORMOSA - GO

Em novembro de 2014 foi realizado pela Prefeitura Municipal de Formosa, prefeito Itamar Barreto, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Secretário Prof. Rafael Barros, o I FÓRUM DE EDUCAÇÃO DE FORMOSA, com o objetivo de levar a discussão a qualidade da educação em nosso município pelos atores responsáveis criando uma agenda proativa baseada nos 4 pilares da educação do relatório da UNESCO feito Jacques Delors da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI. Assim: aprender a conhecer (adquirir instrumentos de da compreensão), aprender a fazer (para poder agir sobre o meio envolvente), aprender a viver juntos (cooperação com os outros em todas as atividades humana), e finalmente aprender a ser (conceito principal que integra todos os anteriores).  Estes são os quatro pilares fundamentais da educação. Depois de 3 dias de palestras (nacionais e internacionais) e debates (Diretores, Coordenadores, Professores, Pais e Alunos) foi proposta uma agenda para buscar a qualidade da educação de Formosa - GO, que deve ser realizada durante 2015 até o próximo Fórum.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

LISTA DE LIVROS E FILMES SUGERIDOS

LIVROS

1. Atitude: o que ninguém pode fazer por mim – Campetti Sobrinho;

2. Bandeirantes e pioneiros – Vianna Moog;

3. Estratégia do golfinho – Lynch e Kordis;

4. Freakonomics – Levitt e Dubner;

5. Fordlandia

6. Fundamentos de Metodologia científica – Barros e Lehfeld.

7. Imagens da organização - Morgan;

8. Nos bastidores da Disney

9. O monge e o executivo

10. O princípio de Peter – Peter e Hull;

11. Quem mexeu no meu queijo?

12. A terceira onda


FILMES

1. 1492 – a conquista do paraíso

2. Click

3. Como se fosse a primeira vez

4. Formiguinha Z

5. Mauá – o imperador e o rei

6. Narradores de Javé

7. O nome da rosa

8. O ponto de mutação

9. O segredo

10. Sociedade dos poetas mortos

11. Uma verdade inconveniente

Desejo que assistindo os filmes e realizando a leitura com um olhar de administrador, vocês eu possa contribuir de alguma forma na sua formação pessoal, acadêmica, profissional.

APROVEITEM!!!

Prof. Maurício Figueirêdo

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Um ensaio sobre "As análises sociais e os prognósticos sobre a sustentabilidade”

Maurício Figueirêdo

Neste ensaio faremos uma rápida analise histórica e social do pensamento do desenvolvimento, do progresso e do meio ambiente para buscar entender o que vem a ser sustentabilidade e vislumbrar um futuro mais equilibrado entre o Homem e o Planeta, a Natureza.

Desde que o se tem noticia do Homem sobre o planeta Terra que ele explora indiscriminadamente a natureza, o meio ambiente considerando que esse mundo e essa Natureza era algo infinito criando assim um dos “três pressupostos, vetores fundamentais para a minha análise sobre o processo de desenvolvimento na sociedade moderna” (Duarte, 1998),

O primeiro é que a modernidade criou seus mitos – o mito da natureza infinita, o mito do progresso e do crescimento ilimitado, o mito da igualdade socioeconômica e do sucesso garantido nos grandes centros urbanos ditos desenvolvidos e o mito da neutralidade e da superioridade da ciência e tecnologia, entre outros; e, com base neles, edificou suas práticas sociais e cultivou o terreno para suas próprias crises e contradições – a crise societal e ecológica, a perda da identidade cultural, o desenraizamento progressivo dos modos de vida e das representações sociais locais e, principalmente, o estranhamento do homem com a natureza.

Assim, Duarte (2002), aponta para as dificuldades do entendimento humano de que a natureza não é infinita e de que temos que conseguir realizar profundas mudanças na cultura da sociedade “consumista” moderna para desfazer o tal estranhamento homem – natureza.

Em um primeiro momento Koselleck (2006) realiza uma análise sobre as interpretações do passado para entender o futuro de forma muito inusitada, utilizando um quadro intitulado “A batalha de Alexandre” pintado sobre encomenda do duque Guilherme IV da Baviera em 1528 por Albrecht Altdorfer. Koselleck em seu passeio diz que a história é uma construção por meio da apropriação de uma ideia alheia, ou seja, de que se constrói um futuro utilizando as ideias passadas com as devidas agregações da evolução do conhecimento humano por meio de novas descobertas, possibilitando quebra de paradigmas.

Pois devemos considerar duas coisas básicas: a primeira de que o desejo de um futuro melhor faz com que abandonemos de forma errônea o passado e a segunda que quanto menor a experiência de vida maior a expectativa de conquistas, ou seja, uma criança tem mais expectativas, ideias, devido a não possuir limites impostos pela sociedade, pelo conhecimento humano, pela cultura, enfim, pela sua experiência de vida.

SEN (2000) aponta a ideia do desenvolvimento com um fator de libertação contrastando com a ideia de desenvolvimento como sinônimo de crescimento. Colocando ainda, que para o desenvolvimento é necessário uma erradicação de privações políticas e sociais como a pobreza e a participação política. Ainda segundo SEM (2000) é necessário a liberdade como prioridade no processo de desenvolvimento por duas razões: Razão avaliatória, considerando que houve um aumento das liberdades das pessoas; e Razão da Eficácia, considerando a livre condição de agente das pessoas.

Em seguida ROSSI (2000), faz uma viagem sobre o pensamento filosófico de Francis Bacon em “Naufrágio sem expectadores” para de forma irônica, “debochar” de “filósofos” de plantão que filosofam sem um conhecimento aprofundado. Ele prega uma democratização do poder para o progresso verdadeiramente dito, citando ainda o posicionamento cíclico das ideias e não linear como alguns colocam. Ou seja, busque o futuro sem esquecer os ensinamentos do passado.

A questão ambiental ganhou força e destaque verdadeiramente no cenário mundial, sendo pauta de debates, a partir dos anos 60, mas é precisamente em 1968 quando acontece a reunião do clube de Roma que inicia-se um debate mais fervoroso gerando posições radicais polarizadas entre a corrente do crescimento a qualquer custo e a corrente da estagnação, ou seja, do crescimento zero. Esse debate continua chegando a década de 1970 quando resulta na Organização das Nações Unidas – ONU organizando a Primeira Conferência Mundial sobre o Homem e o Meio Ambiente em Estocolmo na Suécia em 1972.

Durante a conferência de Estocolmo fica definido Ecodesenvolvimento como conceito de desenvolvimento com respeito ao meio ambiente, conceito este aceito parcialmente por quase 20 anos, até ser substituído no relatório de Brundtland, em 1986, pelo conceito que vigora até hoje de Desenvolvimento Sustentável. Ignacy Sachs (2000) coloca como tripé desse Desenvolvimento Sustentável o: ambientalmente correto, o socialmente justo e economicamente viável.

Escobar (1997) coloca questões antropológicas para a ideia do desenvolvimento, principalmente o debate entre teoria e que ela vem perdendo força por questões e pressões sociais por demostrar incapacidade de cumprir suas promessas de melhora e igualdade para todos, quando nos deparamos apenas com desigualdades sociais cada vez mais acentuadas.

O próprio conceito de desenvolvimento sustentável ainda é insustentado pelas correntes que divergem em seu próprio conceito de que se é desenvolvimento não é sustentável pois busca um crescimento e se é sustentado não pode haver desenvolvimento; e a outra que defende que o conceito já é definido por si só e em si mesmo.

Vejo nessa questão de desenvolvimento sustentável uma ainda nuvem de poeira muito densa a qual ainda devemos continuar pesquisando e debatendo exaustivamente sobre o tema para vislumbrar um futuro cada vez melhor e mais consciente para todos observando as premissas do: ambientalmente correto, do socialmente justo e do economicamente viável para atingirmos um equilíbrio necessário sem radicalismos ou condescendência.


REFERÊNCIAS

DUARTE L.M.G. & THEODORO S.H., ORGS. (2002) Dilemas do Cerrado – entre o ecologicamente (in)correto e o socialmente (in)justo. Garamond, Rio de Janeiro, 11p.
ESCOBAR, Arturo. Antropología y Desarrollo. Revista Internacional de Ciencias Sociales, vol. 154, 1997. 56 fls. Disponível em: http://www.unc.edu/~aescobar/text/esp/escobar.1997.AntroDeso.pdf
GIDDENS, Anthony. As Consequências da Modernidade. São Paulo: UNESP, 1991
KOSELLECK, Reinhart. Passado Futuro: Contribuição à Semântica dos Tempos Históricos. Rio de Janeiro: Contraponto/PUC, 2006, pp. 21 a 39 e 305 a 327.
ROSSI, Paolo. Naufrágios sem espectador: a ideia de progresso. São Paulo: UNESP, 2000.
SACHS I. (2000) Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável. Coleção Ideias Sustentáveis. Garamond.
SEN, Amartya. Desenvolvimento como Liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, 2010, (Introdução e cap. 2).

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Desenvolvimento Sustentável

O conceito de sustentabilidade é a utilização dos recursos pela atual geração sem privar as próximas do mesmo uso. Para se considerar sustentável, as ações devem conter 3 pilares segundo Sachs. Ser Socialmente justo, ecologicamente correto e economicamente viável. Eu proponho que seja acrescentado que: para algo ser considerado sustentável deve observar as 3 premissas básicas e ter a obrigação de ser renovável, pois tudo possui um ciclo de vida e essa vida não pode jamais cessar.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

PROJETO “DÊ A MÃO PARA A MÃE SOCIAL” COLOCANDO UM SORRISO DIGNO NO ROSTO DA MÃE SOCIAL

O Brasil é o país mais solidário do mundo mesmo com todas as limitações financeiras do seu povo. Basta saber exatamente a quem ajudar, a quem doar que logo surge um brasileiro, mesmo pobre e com condições limitadas, pronto para ajudar, doar e contribuir.


Projetos sociais existem muitos, nacionais e internacionais, de entidades públicas, privadas e do terceiro setor, portanto, o que buscamos neste trabalho é levar toda a sociedade, os alunos de graduação da Faculdade Cambury Formosa, a conhecer as necessidades das crianças abandonadas que vivem em abrigos públicos e que dependem de tudo da caridade de pessoas nem sempre bem intencionadas.

Por outro lado, acredita-se que existe uma demanda de pessoas aptas e com desejo de ajudar, de estender a mão a essas crianças necessitadas, e que basta apenas um “aval” de uma instituição respeitada e com credibilidade para garantir a integralização das ações.

Pelo marco legal, a Constituição Federal estabelece que a “família é a base da sociedade” (Art. 226) e que, portanto, compete a ela, juntamente com o Estado, a sociedade em geral e as comunidades, “assegurar à criança e ao adolescente o exercício de seus direitos fundamentais” (Art. 227).

Muito bonito o discurso e a legislação brasileira, mas na prática, tirando algumas poucas iniciativas que destoam da maioria, ou seja, exceções, o que se vê são depósitos de humanos que geram nada mais nada menos que lixo humano.

[...] é preciso acatar as causas da transformação do direito de família, visto que são irreversíveis, procurando atenuar seus excessos, apontando soluções viáveis para que a prole possa ter pleno desenvolvimento educacional e para que os consortes ou conviventes tenham uma relação firme, que integre respeito, tolerância, diálogo, troca enriquecedora de experiência de vida etc.
Kant, 2004.

Mas se a família é a célula mater da sociedade, não devemos abandona-la em momento difícil em que a globalização trás uma mudança cultural, ética e moral para as pessoas que vivem nesse mundo consumista, baseado em um capitalismo “selvagem” que ignora os conceitos básicos sociais como: dignidade, respeito e ética.

[...] temos por dignidade da pessoa humana a qualidade intrínseca e distintiva de cada ser humano que o faz merecedor do mesmo respeito e consideração por parte do Estado e da comunidade, implicando, neste sentido, um complexo de direitos e deveres fundamentais que asseguram a pessoa tanto contra todo e qualquer ato de cunho degradante e desumano, como venham a lhe garantir as condições existenciais mínimas para uma vida saudável, além de propiciar e promover sua participação ativa e co-responsável nos destinos da própria existência e da vida em comunhão com os demais seres humanos.
Kant, 2004.

O Projeto “DÊ A MÃO PARA A MÃE SOCIAL”, colocando um sorriso digno no rosto da mãe social surgiu como forma de desenvolver as capacidades empreendedora e humana dos alunos, proporcionando a eles o contato direto com situações adversas e problemáticas, cenário perfeito para criar soluções inovadoras por meio de ideias simples e objetivas.

Segundo os antecedentes do “Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária”, a legislação brasileira vigente reconhece e preconiza a família, enquanto estrutura vital, lugar essencial à humanização e à socialização da criança e do adolescente, espaço ideal e privilegiado para o desenvolvimento integral dos indivíduos.

"O homem há milênios, permaneceu o que era para Aristóteles: um animal vivo, e mais capaz de existência política, o homem moderno é um animal cuja política coloca sua vida para estar vivo está em questão.”
Michel Foucault

Estamos abertos a toda e qualquer colaboração, vamos lá principalmente levar nosso carinho e atenção.

Curso de Administração

 Curso de Administração Foco em Gestão Pública e Privada, Empreendedorismo, Agronegócio, Marketing Moderno e Digital, Vendas diretas e Intel...