NADA OFICIAL é uma ideia entre amigos solidários e felizes, que mesmo passando por dificuldades, pensam no próximo.
Criado em Abril/2010, com objetivo de divulgar as belezas naturais, a defesa do meio ambiente e o turismo de Formosa, Goiás, além de trabalhar questões políticas atuais e marketing de campanha.
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
terça-feira, 4 de outubro de 2016
REFLETINDO O CALCANHAR!!!
Não se constrói uma casa começando pelo telhado. Muito menos a mobília sem antes levantar paredes, colocar portas e pintar. Então, não devemos criticar o passado tão veementemente, visto que, o que foi realizado, foi o possível naquele momento, estamos falando de regra e não de exceção.
Uma vez eu ouvi que “ninguém acorda pela manhã e sai de casa pensando: hoje eu vou errar, hoje eu tenho que errar, hoje eu vou fazer tudo errado”, o errar é conseqüência de vários fatores, como circunstâncias, conhecimentos científicos, humanos, tecnológicos, intelectuais além de financeiros. Claro que existem os desvios de conduta que agridem a ética, a moral e os bons costumes, mas isso é outro assunto, estamos aqui tentando entender a maioria.
Fui militante político. E o vivenciando, percebi que o grande pedagogo Paulo Freire tem razão: "Quando a educação não é libertadora... o sonho do oprimido é ser opressor".
A crise que vivemos hoje, não é fruto da política dos militares, de Sarney, Lula, Collor, FHC ou Dilma, muito menos de governadores, prefeitos, deputados ou senadores, é apenas uma evolução natural da sociedade, do povo. Sei que serei criticado, mas temos que passar por esse tipo de crise para podermos evoluir como povo.
Tive o privilégio de ter estudado com grandes mestres, uns muito bons outros nem tanto, mas cada um me ensinou a ver o mundo de uma forma diferente e contribuir com meu senso crítico. Muitas vezes os piores me fizeram melhor do que os bons, que só me serviram de exemplo muita das vezes. Só? Não. Muito obrigado a todos eles.
A falta de conhecimento traz consigo a ignorância. No sentido de criticar ou ter ponto de vista sem conhecimento de causa, sem saber das verdadeiras razões. Muita das vezes agredindo de forma verbal, mas violenta sem lembrar, das palavras de Jesus Cristo em Mateus, 22:37-40 “Amarás o teu próximo como a ti mesmo."
Observando o comportamento humano, aprendi que quem muito grita, o faz para despistar os outros dos seus erros. É uma espécie de autodefesa para sobrevivência da imagem pública. Camufla seu rastro com os gritos e apontando sem qualquer cerimônia os erros e falhas dos outros. Aponte a solução! Você pode pedir, mas.... Para quê? Não vale a pena para ela, pois deixará de ser pedra e passará a ser vidraça.
Não compensa, não compensa, pois o mundo precisa de pessoas que arriscam e erram, mas que tem coragem de assumir erros. Falo para meus alunos: o mercado precisa de pessoas que tomam decisão e assumem e não de pessoas comuns, que dormem e acordam dia após dia sem ter feito nada, ou melhor, só criticam. Eu chamo de ENGENHEIRO DE OBRAS PRONTAS – aqueles que são incapazes de fazer algo, mas adoram criticar.
Para encerrar, gostaria que antes de criticar o texto, analise. Perceba que o intuito não é encontrar culpados e sim buscar soluções. Respeitar as idéias e pontos-de-vista contrários para buscar novos caminhos. Ninguém consegue um novo resultado fazendo o que já se fez. Arrisque, sente com pessoas capazes de falar que você esta errado, que não é assim. Quem sempre concorda com você talvez não mereça credibilidade.
Fui militante político. E o vivenciando, percebi que o grande pedagogo Paulo Freire tem razão: "Quando a educação não é libertadora... o sonho do oprimido é ser opressor".
A crise que vivemos hoje, não é fruto da política dos militares, de Sarney, Lula, Collor, FHC ou Dilma, muito menos de governadores, prefeitos, deputados ou senadores, é apenas uma evolução natural da sociedade, do povo. Sei que serei criticado, mas temos que passar por esse tipo de crise para podermos evoluir como povo.
Tive o privilégio de ter estudado com grandes mestres, uns muito bons outros nem tanto, mas cada um me ensinou a ver o mundo de uma forma diferente e contribuir com meu senso crítico. Muitas vezes os piores me fizeram melhor do que os bons, que só me serviram de exemplo muita das vezes. Só? Não. Muito obrigado a todos eles.
A falta de conhecimento traz consigo a ignorância. No sentido de criticar ou ter ponto de vista sem conhecimento de causa, sem saber das verdadeiras razões. Muita das vezes agredindo de forma verbal, mas violenta sem lembrar, das palavras de Jesus Cristo em Mateus, 22:37-40 “Amarás o teu próximo como a ti mesmo."
Observando o comportamento humano, aprendi que quem muito grita, o faz para despistar os outros dos seus erros. É uma espécie de autodefesa para sobrevivência da imagem pública. Camufla seu rastro com os gritos e apontando sem qualquer cerimônia os erros e falhas dos outros. Aponte a solução! Você pode pedir, mas.... Para quê? Não vale a pena para ela, pois deixará de ser pedra e passará a ser vidraça.
Não compensa, não compensa, pois o mundo precisa de pessoas que arriscam e erram, mas que tem coragem de assumir erros. Falo para meus alunos: o mercado precisa de pessoas que tomam decisão e assumem e não de pessoas comuns, que dormem e acordam dia após dia sem ter feito nada, ou melhor, só criticam. Eu chamo de ENGENHEIRO DE OBRAS PRONTAS – aqueles que são incapazes de fazer algo, mas adoram criticar.
Para encerrar, gostaria que antes de criticar o texto, analise. Perceba que o intuito não é encontrar culpados e sim buscar soluções. Respeitar as idéias e pontos-de-vista contrários para buscar novos caminhos. Ninguém consegue um novo resultado fazendo o que já se fez. Arrisque, sente com pessoas capazes de falar que você esta errado, que não é assim. Quem sempre concorda com você talvez não mereça credibilidade.
MF – 11/02/2016
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
COMO ASSIM?
Como assim? Boa pergunta.
Tudo como antes no quartel de Abrantes!
E assim caminha a humanidade....
Vamos que vamos....
Quanto mais eu rezo, mais assombração aparece.
Eu podia passar o resto da minha vida aqui falando ditados e jargões populares que representam aquilo que o empirismo fala, mas prefiro apenas me resguardar o direito de ficar calado.
Tudo como antes no quartel de Abrantes!
E assim caminha a humanidade....
Vamos que vamos....
Quanto mais eu rezo, mais assombração aparece.
Eu podia passar o resto da minha vida aqui falando ditados e jargões populares que representam aquilo que o empirismo fala, mas prefiro apenas me resguardar o direito de ficar calado.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
CADA PROFISSIONAL NA SUA ÁREA
Imagine seu filho no meio da
madrugada, passando mal, delirando por causa de uma febre de 40 graus, que não para,
e sua mulher diz: liga logo pro Dr. Joaquim passar o remédio. Mas você sabe que
o Dr. Joaquim é engenheiro! Isso é o que menos importa. Podia ser um médico, um
enfermeiro, um advogado, um contador ou qualquer outro profissional, se ele não
for chamado para resolver os problemas que ele estudou para resolver, não irá
dar certo. No mundo moderno e globalizado em que vivemos na era da informação,
não há mais espaço para amadorismo. Só as empresas profissionalizadas
alcançarão sucesso.
Não adianta mais tentar tapar o
Sol com a peneira. Cada profissional deve ser valorizado e colocado para tomar
a decisão certa para resolver os problemas que ele estudou para resolver. Porém,
existem duas coisas que todo brasileiro é um pouco além de louco: técnico da
seleção e administrador. Será? Vamos tentar exercitar a capacidade de respeitar
o conhecimento do outro, reconhecendo o conhecimento técnico e específico.
Sabendo que cada profissional alcançará sempre melhores resultados do que um amador.
Isso é um problema de empresas
públicas e privadas, pois onde existem pessoas, existem egos, existem desejos
de mostrar mais do que se é, ou do que se sabe. No período eleitoral, sabe-se
que mais de 80% dos candidatos a cargos eletivos são médicos e advogados, um
por sua popularidade em fazer o bem para população e o outro pela sua boa
oratória e auxilio a população na defesa dos seus direitos. Mas onde fica o
conhecimento de gestão? Claro que existem bons gestores formados em outras
áreas que não seja a Administração, mas não é regra, é exceção.
Chegamos a um momento em que o
futuro clama por profissionalismo e temos que atender essa necessidade, pois o
mundo não aceita mais amadorismo. Hoje temos que aprender com o erro dos
outros, pois um erro nosso pode ser fatal.
Mauricio Marques de Figueiredo
Administrador – CRA/DF, Professor e Consultor
sexta-feira, 8 de maio de 2015
I FORUM DE EDUCAÇÃO DE FORMOSA - GO
Em novembro de 2014 foi realizado pela Prefeitura Municipal de Formosa, prefeito Itamar Barreto, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Secretário Prof. Rafael Barros, o I FÓRUM DE EDUCAÇÃO DE FORMOSA, com o objetivo de levar a discussão a qualidade da educação em nosso município pelos atores responsáveis criando uma agenda proativa baseada nos 4 pilares da educação do relatório da UNESCO feito Jacques Delors da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI. Assim: aprender a conhecer (adquirir instrumentos de da compreensão), aprender a fazer (para poder agir sobre o meio envolvente), aprender a viver juntos (cooperação com os outros em todas as atividades humana), e finalmente aprender a ser
(conceito principal que integra todos os anteriores). Estes são os quatro pilares
fundamentais da educação. Depois de 3 dias de palestras (nacionais e internacionais) e debates (Diretores, Coordenadores, Professores, Pais e Alunos) foi proposta uma agenda para buscar a qualidade da educação de Formosa - GO, que deve ser realizada durante 2015 até o próximo Fórum.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
LISTA DE LIVROS E FILMES SUGERIDOS
LIVROS
1. Atitude: o que ninguém pode fazer por mim – Campetti Sobrinho;
2. Bandeirantes e pioneiros – Vianna Moog;
3. Estratégia do golfinho – Lynch e Kordis;
4. Freakonomics – Levitt e Dubner;
5. Fordlandia
6. Fundamentos de Metodologia científica – Barros e Lehfeld.
7. Imagens da organização - Morgan;
8. Nos bastidores da Disney
9. O monge e o executivo
10. O princípio de Peter – Peter e Hull;
11. Quem mexeu no meu queijo?
12. A terceira onda
FILMES
1. 1492 – a conquista do paraíso
2. Click
3. Como se fosse a primeira vez
4. Formiguinha Z
5. Mauá – o imperador e o rei
6. Narradores de Javé
7. O nome da rosa
8. O ponto de mutação
9. O segredo
10. Sociedade dos poetas mortos
11. Uma verdade inconveniente
Desejo que assistindo os filmes e realizando a leitura com um olhar de administrador, vocês eu possa contribuir de alguma forma na sua formação pessoal, acadêmica, profissional.
APROVEITEM!!!
Prof. Maurício Figueirêdo
1. Atitude: o que ninguém pode fazer por mim – Campetti Sobrinho;
2. Bandeirantes e pioneiros – Vianna Moog;
3. Estratégia do golfinho – Lynch e Kordis;
4. Freakonomics – Levitt e Dubner;
5. Fordlandia
6. Fundamentos de Metodologia científica – Barros e Lehfeld.
7. Imagens da organização - Morgan;
8. Nos bastidores da Disney
9. O monge e o executivo
10. O princípio de Peter – Peter e Hull;
11. Quem mexeu no meu queijo?
12. A terceira onda
FILMES
1. 1492 – a conquista do paraíso
2. Click
3. Como se fosse a primeira vez
4. Formiguinha Z
5. Mauá – o imperador e o rei
6. Narradores de Javé
7. O nome da rosa
8. O ponto de mutação
9. O segredo
10. Sociedade dos poetas mortos
11. Uma verdade inconveniente
Desejo que assistindo os filmes e realizando a leitura com um olhar de administrador, vocês eu possa contribuir de alguma forma na sua formação pessoal, acadêmica, profissional.
APROVEITEM!!!
Prof. Maurício Figueirêdo
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Um ensaio sobre "As análises sociais e os prognósticos sobre a sustentabilidade”
Maurício Figueirêdo
Neste ensaio faremos uma rápida analise histórica e social do pensamento do desenvolvimento, do progresso e do meio ambiente para buscar entender o que vem a ser sustentabilidade e vislumbrar um futuro mais equilibrado entre o Homem e o Planeta, a Natureza.Desde que o se tem noticia do Homem sobre o planeta Terra que ele explora indiscriminadamente a natureza, o meio ambiente considerando que esse mundo e essa Natureza era algo infinito criando assim um dos “três pressupostos, vetores fundamentais para a minha análise sobre o processo de desenvolvimento na sociedade moderna” (Duarte, 1998),
O primeiro é que a modernidade criou seus mitos – o mito da natureza infinita, o mito do progresso e do crescimento ilimitado, o mito da igualdade socioeconômica e do sucesso garantido nos grandes centros urbanos ditos desenvolvidos e o mito da neutralidade e da superioridade da ciência e tecnologia, entre outros; e, com base neles, edificou suas práticas sociais e cultivou o terreno para suas próprias crises e contradições – a crise societal e ecológica, a perda da identidade cultural, o desenraizamento progressivo dos modos de vida e das representações sociais locais e, principalmente, o estranhamento do homem com a natureza.
Assim, Duarte (2002), aponta para as dificuldades do entendimento humano de que a natureza não é infinita e de que temos que conseguir realizar profundas mudanças na cultura da sociedade “consumista” moderna para desfazer o tal estranhamento homem – natureza.
Em um primeiro momento Koselleck (2006) realiza uma análise sobre as interpretações do passado para entender o futuro de forma muito inusitada, utilizando um quadro intitulado “A batalha de Alexandre” pintado sobre encomenda do duque Guilherme IV da Baviera em 1528 por Albrecht Altdorfer. Koselleck em seu passeio diz que a história é uma construção por meio da apropriação de uma ideia alheia, ou seja, de que se constrói um futuro utilizando as ideias passadas com as devidas agregações da evolução do conhecimento humano por meio de novas descobertas, possibilitando quebra de paradigmas.
Pois devemos considerar duas coisas básicas: a primeira de que o desejo de um futuro melhor faz com que abandonemos de forma errônea o passado e a segunda que quanto menor a experiência de vida maior a expectativa de conquistas, ou seja, uma criança tem mais expectativas, ideias, devido a não possuir limites impostos pela sociedade, pelo conhecimento humano, pela cultura, enfim, pela sua experiência de vida.
SEN (2000) aponta a ideia do desenvolvimento com um fator de libertação contrastando com a ideia de desenvolvimento como sinônimo de crescimento. Colocando ainda, que para o desenvolvimento é necessário uma erradicação de privações políticas e sociais como a pobreza e a participação política. Ainda segundo SEM (2000) é necessário a liberdade como prioridade no processo de desenvolvimento por duas razões: Razão avaliatória, considerando que houve um aumento das liberdades das pessoas; e Razão da Eficácia, considerando a livre condição de agente das pessoas.
Em seguida ROSSI (2000), faz uma viagem sobre o pensamento filosófico de Francis Bacon em “Naufrágio sem expectadores” para de forma irônica, “debochar” de “filósofos” de plantão que filosofam sem um conhecimento aprofundado. Ele prega uma democratização do poder para o progresso verdadeiramente dito, citando ainda o posicionamento cíclico das ideias e não linear como alguns colocam. Ou seja, busque o futuro sem esquecer os ensinamentos do passado.
A questão ambiental ganhou força e destaque verdadeiramente no cenário mundial, sendo pauta de debates, a partir dos anos 60, mas é precisamente em 1968 quando acontece a reunião do clube de Roma que inicia-se um debate mais fervoroso gerando posições radicais polarizadas entre a corrente do crescimento a qualquer custo e a corrente da estagnação, ou seja, do crescimento zero. Esse debate continua chegando a década de 1970 quando resulta na Organização das Nações Unidas – ONU organizando a Primeira Conferência Mundial sobre o Homem e o Meio Ambiente em Estocolmo na Suécia em 1972.
Durante a conferência de Estocolmo fica definido Ecodesenvolvimento como conceito de desenvolvimento com respeito ao meio ambiente, conceito este aceito parcialmente por quase 20 anos, até ser substituído no relatório de Brundtland, em 1986, pelo conceito que vigora até hoje de Desenvolvimento Sustentável. Ignacy Sachs (2000) coloca como tripé desse Desenvolvimento Sustentável o: ambientalmente correto, o socialmente justo e economicamente viável.
Escobar (1997) coloca questões antropológicas para a ideia do desenvolvimento, principalmente o debate entre teoria e que ela vem perdendo força por questões e pressões sociais por demostrar incapacidade de cumprir suas promessas de melhora e igualdade para todos, quando nos deparamos apenas com desigualdades sociais cada vez mais acentuadas.
O próprio conceito de desenvolvimento sustentável ainda é insustentado pelas correntes que divergem em seu próprio conceito de que se é desenvolvimento não é sustentável pois busca um crescimento e se é sustentado não pode haver desenvolvimento; e a outra que defende que o conceito já é definido por si só e em si mesmo.
Vejo nessa questão de desenvolvimento sustentável uma ainda nuvem de poeira muito densa a qual ainda devemos continuar pesquisando e debatendo exaustivamente sobre o tema para vislumbrar um futuro cada vez melhor e mais consciente para todos observando as premissas do: ambientalmente correto, do socialmente justo e do economicamente viável para atingirmos um equilíbrio necessário sem radicalismos ou condescendência.
REFERÊNCIAS
DUARTE L.M.G. & THEODORO S.H., ORGS. (2002) Dilemas do Cerrado – entre o ecologicamente (in)correto e o socialmente (in)justo. Garamond, Rio de Janeiro, 11p.
ESCOBAR, Arturo. Antropología y Desarrollo. Revista Internacional de Ciencias Sociales, vol. 154, 1997. 56 fls. Disponível em: http://www.unc.edu/~aescobar/text/esp/escobar.1997.AntroDeso.pdf
GIDDENS, Anthony. As Consequências da Modernidade. São Paulo: UNESP, 1991
KOSELLECK, Reinhart. Passado Futuro: Contribuição à Semântica dos Tempos Históricos. Rio de Janeiro: Contraponto/PUC, 2006, pp. 21 a 39 e 305 a 327.
ROSSI, Paolo. Naufrágios sem espectador: a ideia de progresso. São Paulo: UNESP, 2000.
SACHS I. (2000) Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável. Coleção Ideias Sustentáveis. Garamond.
SEN, Amartya. Desenvolvimento como Liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, 2010, (Introdução e cap. 2).
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